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UHE Furnas: O rigor técnico por trás das 5 fases de produção das nossas mudas nativas.

Do mapeamento genético da semente à rustificação para o campo. Entenda como a verticalização da nossa cadeia produtiva garante a máxima taxa de sobrevivência em projetos de compensação para o setor elétrico.

Para o setor de geração e transmissão de energia, o cumprimento de condicionantes ambientais não é uma escolha, é uma exigência operacional. Em projetos de alta complexidade como o da Usina Hidrelétrica (UHE) de Furnas, a margem para perda de mudas em campo deve ser próxima a zero. Retrabalho custa caro e atrasa a emissão de licenças operacionais.

É por isso que a Sartori Reflorestamento não terceiriza a base da sua matéria-prima. Nós operamos com o modelo de verticalização total. A rastreabilidade e o rigor técnico começam muito antes do trator ligar o motor, dividindo-se em 5 fases críticas de produção biológica:

1. A Coleta (Mapeamento Genético) (Sugestão: Insira a imagem 01 – Coleta.jpg aqui) Uma floresta resiliente nasce da escolha correta da matriz. Nossa equipe técnica vai a campo para identificar árvores nativas com o melhor padrão fenotípico e ausência de pragas. A coleta de sementes (como a da espécie Cafezinho, documentada nesta operação) é georreferenciada para garantir a variabilidade genética e a adaptação perfeita ao bioma local da UHE Furnas.

2. O Beneficiamento (Assepsia e Preparo) (Sugestão: Insira a imagem 02-Beneficiamento.jpg aqui) Semente suja é sinônimo de fungo no viveiro. Imediatamente após a coleta, as sementes passam por um processo rigoroso de beneficiamento manual e mecânico. Retiramos polpas, resíduos e estruturas que inibem a germinação, garantindo que apenas o material genético puro e viável siga para a próxima etapa.

3. A Semeadura (Precisão em Escala) (Sugestão: Insira a imagem 03 – Semeadura.jpg aqui) Com o material genético purificado, iniciamos a semeadura em tubetes dimensionados para o sistema radicular de cada espécie. Utilizamos substratos enriquecidos e esterilizados, que oferecem a aeração e a retenção de umidade exatas para quebrar a dormência da semente e acelerar o arranque inicial da planta.

4. A Produção (Controle Climático) (Sugestão: Insira a imagem 04 – Produção.jpg aqui) Aqui a engenharia encontra a biologia. As mudas são transferidas para nossas estufas com sombrite e microaspersão controlada. Neste ambiente protegido, monitoramos o vigor vegetativo, a nutrição foliar e o desenvolvimento das raízes. É o berçário onde formamos a estrutura física da planta com rastreabilidade lote a lote.

5. A Rustificação (O Teste de Fogo) (Sugestão: Insira a imagem 05 – Rustificação.jpg aqui) Este é o nosso maior diferencial de mercado. Uma muda criada na “sombra e água fresca” morre de estresse na primeira semana de campo aberto. Antes de serem despachadas para o plantio final, nossas mudas passam pela rustificação: cortamos gradativamente a irrigação e aumentamos a exposição ao sol pleno. A planta “endurece”, lignifica o caule e se prepara para enfrentar a realidade do clima aberto.

Quando um lote da Sartori chega ao canteiro de obras da sua empresa, ele não é apenas um conjunto de plantas. É um pacote tecnológico desenvolvido para sobreviver, crescer e blindar o seu projeto contra autuações ambientais.

Sartori: Do Viveiro à Floresta

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